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Brasil

Presidente da CPI do MST pede a Aras que apure recusa da PF em acompanhar ação na Bahia

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Presidente da CPI do MST pede a Aras que apure recusa da PF em acompanhar ação na Bahia

O presidente da CPI do MST, Coronel Zucco (Republicanos-RS), solicitou à PGR (Procuradoria-Geral da República) apure uma recusa da PF (Polícia Federal) em acompanhar diligências em Prado e Porto Seguro, na Bahia. A ação seria realizada nesta quinta-feira, 24, e sexta-feira, 25. De acordo com o documento no qual a Jovem Pan teve acesso, Zucco solicitou apoio da corporação para a realização das diligências nos dois municípios baianos, mas o pedido foi rejeitado pelo superintendente da PF na Bahia, Flavio Marcio Albergaria Silva. O argumento é de que o pedido não se enquadra no rol de pessoas que podem receber proteção temporária da PF.

Segundo o ofício enviado para Augusto Aras, o pedido se baseia nos incisos I e II do artigo 36 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, que “estabelecem que a referida Comissão tem a prerrogativa de requisitar funcionários dos serviços administrativos da Câmara, bem como, em caráter transitório, servidores de qualquer órgão ou entidade da administração pública direta, indireta e fundacional, ou mesmo do Poder Judiciário, quando necessários para o desempenho de suas atribuições, além de poder requisitar os serviços de quaisquer autoridades, inclusive policiais”. Zucco argumenta ainda que no artigo 1º da Lei nº 1.579, que as comissões “possuem possuem poderes de investigação equiparados aos das autoridades judiciais, além de outros poderes previstos nos regimentos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. ”  pertinente informar que a recusa da superintendência da Polícia Federal em fornecer o apoio requisitado fere frontalmente os dispositivos legais que norteiam os trabalhos das Comissões Parlamentares de Inquérito”, concluiu.

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Brasil

Polícia resgata criança após sequestro em SC; suspeitos exigiam pagamento de R$ 11 milhões

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Polícia resgata criança após sequestro em SC; suspeitos exigiam pagamento de R$ 11 milhões

Uma menina de 11 anos foi sequestrada nesta quarta-feira, 23, na porta de casa em Criciúma-SC. A vítima foi resgata pela polícia na madrugada desta quinta-feira, 24. Um suspeito foi preso, até o momento. O grupo exigia o pagamento de R$ 11 milhões pela liberdade da vítima. A criança voltava para casa com o pai após assistir uma partida de futebol. O pai estacionou em frente ao portão da casa, situada no bairro Pia Correia, quando foi abordado por cinco criminosos. Uma corrente foi colocada no portão da casa, o que obrigou o pai a estacionar o veículo na via. Os suspeitos estavam armados e levaram a menina. O crime ocorreu por volta das 0h15. De acordo com a polícia, o primeiro contato dos suspeitos com a família foi por volta das 6h, por uma rede social. Os agentes começaram a realizar as diligências. O sequestro durou cerca de 24 horas. Durante as buscas, um veículo utilizado pelos criminosos foi encontrado incendiado no bairro Linha Torrens, no Morro da Fumaça, a cerca de 13 km de distância de Criciúma.

Os policiais encontraram pertences da vítima e dos suspeitos. Segundo o delegado Yuri Miqueluzzi, da Divisão de Repressão a Roubos, os suspeitos utilizaram três veículos no crime. A criança foi mantida nos porta-malas dos carros durante o período e levada a cidades diferentes. O fato de não ser um cativeiro fixo dificultou o trabalho da polícia. Além do pagamento de R$ 11 milhões, os suspeitos exigiam o não envolvimento da polícia e não divulgação na imprensa. Os sequestradores decidiram libertar a menina na beira de uma estrada no município de Três Cachoeiras, no Rio Grande do Sul. Ela estava com os pés e as mãos amarrados. As investigações prosseguem visando a prisão dos demais autores do crime.

 

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Brasil

Incêndio atinge prédio do Incor em São Paulo

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Incêndio atinge prédio do Incor em São Paulo

Um incêndio atingiu o prédio do Instituto do Coração (Incor) na cidade de São Paulo na manhã desta quinta-feira, 24. Segundo o Corpo de Bombeiros, as chamas começaram por volta das 8h nas torres de resfriamento da unidade, que fica localizada ao lado da Secretaria Estadual de Saúde, na Zona Sul da capital paulista. Ainda de acordo com os bombeiros, por volta das 9h35, as chamas já tinham sido controladas. Em nota, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) confirmou a ocorrência e afirmou que as chamas foram controladas rapidamente. Segundo a unidade, não houve nenhum ferido e as atividades do hospital não forma afetadas pelo episódio.

Confira registro do incêndio:

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Brasil

Endividamento atinge 67% dos brasileiros, aponta pesquisa

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Endividamento atinge 67% dos brasileiros, aponta pesquisa

Uma nova pesquisa realizada pela Genial/Quaest e divulgada nesta quinta-feira, 24, mostrou que 67% da população brasileira tem alguma dívida financeira, sendo que, deste total, 31% dizem ter “muitas dívidas”. Ao todo, foram ouvidas 2.029 pessoas entre os dias 10 e 14 de agosto. De acordo com o levantamento, 33% dos entrevistados disseram não ter dívidas, enquanto 36% relataram ter poucas e os outros 31% admitiram ter muitas. A pesquisa mostra que a principal dívida dos brasileiros é com o cartão de crédito, correspondendo a 31% do total. Em seguida, vêm custos como prestação, financiamento e aluguel de imóveis (14%); empréstimos (11%); prestação de veículos (5%); e por fim mensalidades escolares, cheque especial e plano de saúde (2% cada). A pesquisa mostra que 46% dos entrevistados compromete mais de 50% dos ganhos mensais para pagar dívidas, enquanto outros 22% disseram que o valor varia entre 21% e 50% da renda. Questionados sobre a dificuldade para quitar as dívidas, 46% dos participantes da pesquisa disseram que pagam com muita dificuldade, enquanto 34% alegaram ter pouca dificuldade e outros 19% relataram não ter dificuldade para pagar as dívidas.

Outro dado revelado pela pesquisa é de que 56% dos brasileiros já tiveram seu nome no SPC/SERASA, sendo que, desse 51% não conseguiu quitar as dívidas e limpar seu nome. De acordo com a pesquisa, dentre os que conseguiram limpar o nome, 49% disseram ter levado mais de um ano, enquanto 16% levaram um ano e outros 34% conseguiram o feito em até seis meses. Para conseguirem limpar o nome, 37% dos entrevistados afirmaram ter renegociado a dívida com o banco para pagar um valor mais baixo, enquanto outros 25% tentaram negociar a dívida para pagar com prazo maior. Além disso, 8% disseram ter cortados despesas para juntar dinheiro enquanto 6% alegaram terem pago normalmente. Outras soluções citadas são empréstimo de banco (5%), deixar a dívida caducar (3%), empréstimo com amigos e familiares (3%), ações na Justiça (2%) e adesão a programas para renegociação de dívidas (1%). Por fim, o levantamento mostra que 70% da população aprovou o lançamento do programa Desenrola, que visa ajudar a população a renegociar suas dívidas. Apenas 16% disseram não ter gostado da medida.

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